Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espírita, isto é, dos Espíritos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

sábado, 18 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

V- Evangelho no Lar

Mais um Evangelho no lar, meus irmãos. Logo de início vamos fazer nossa oração que se encontra em video vocês podem assistir antes de ler o evangelho. Deixe como de costume um vasilhame com água, mentalize que ela está sendo fluidificada durante as orações.


 Parábola dos TalentosHavendo subido com seus discípulos ao monte das Oliveiras, dias antes de ser crucificado, disse-lhes o Mestre: "O Senhor age como um homem que, tendo de fazer longa viagem fora do seu país, chamou seus servidores e lhes entregou seus bens. Depois de dar cinco talentos a um; dois a outro e um a outro, segundo a sua capacidade, partiu imediatamente. Então, o que recebera cinco talentos foi-se, negociou com aquele dinheiro e ganhou outros cinco. O que recebera dois, da mesma sorte, ganhou outros dois; mas o que apenas recebera um, cavou na terra e aí escondeu o dinheiro de seu amo. Passado longo tempo, o senhor daqueles servos voltou e os chamou a. contas. Veio o que recebera cinco talentos e lhe apresentou outros cinco, dizendo. - Senhor, entregaste-me cinco talentos; aqui estão, além desses, mais cinco que lucrei. Respondeu-lhe o amo: - Bem está, servo bom e fiel, já que foste fiel nas coisas pequenas, dar-te-ei a intendência das grandes. Entra no gozo de teu Senhor. O que recebera dois talentos, apresentou-se a seu turno e lhe disse: - Senhor, entregaste-me dois talentos; aqui estão, além desses, dois outros que ganhei. E o amo: - Servidor bom e fiel, pois que foste fiel em pouca coisa, confiar-te-ei muitas outras. Compartilha da alegria do teu senhor. Veio em seguida o que recebera apenas um talento e disse: - Senhor, sei que és severo, que ceifas onde não semeaste e colhes de onde nada puseste, por isso, como tive medo de ti, escondi o teu talento na terra; eis, aqui tens o que é teu. O homem, porém, lhe respondeu: - Servidor mau e preguiçoso, se sabias que ceifo onde não semeei e que colho onde nada pus, devias pôr o meu dinheiro nas mãos dos banqueiros, a fim de que, regressando, eu retirasse com juros o que me pertence. E prosseguiu: Tirem-lhe, pois, o talento que está com ele e dêem-no ao que tem dez talentos, porquanto, dar-se-á a todos os que já têm e esses ficarão cumulados de bens. Quanto àquele que nada tem, tirar-se-lhe-á mesmo o que pareça ter; e seja esse servidor inútil lançado nas trevas exteriores, onde haverá prantos e ranger de dentes" ( Mateus, 25 :14 a 30 ).

 “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo..”  Paulo (I Coríntios, 12:4)
 Em todos os lugares e posições, cada qual pode revelar qualidades divinas para a edificação de quantos com ele convivem.
Aprender e ensinar constituem tarefas de cada hora, para que colaboremos no engrandecimento do tesouro comum de sabedoria e de amor.
Quem  administra,  mais  freqüentemente  pode  expressar  a justiça  e  a magnanimidade.
Quem obedece, dispõe de recursos mais amplos para demonstrar o dever bem cumprido.
O rico, mais que os outros, pode multiplicar o trabalho e dividir as bênçãos.
O  pobre,  com  mais  largueza,  pode  amealhar a fortuna da esperança  e da dignidade.
O forte, mais facilmente, pode ser generoso, a todo instante.
O fraco, sem maiores embaraços, pode mostrar se humilde, em quaisquer ocasiões.
O sábio,  com  dilatados  cabedais,  pode  ajudar  a  todos,  renovando  o pensamento geral para o bem.
O  aprendiz,  com  oportunidades  multiplicadas,  pode  distribuir  sempre  a riqueza da boa­vontade.
O são, comumente, pode projetar a caridade em todas as direções.
O  doente,  com  mais  segurança,  pode  plasmar  as  lições  da  paciência  no ânimo geral.
Os dons  diferem,  a  inteligência  se  caracteriza  por  diversos graus, o merecimento apresenta valores múltiplos, a capacidade é fruto do esforço de cada um, mas o Espírito Divino que sustenta as criaturas é substancialmente o mesmo.                                         
Todos somos suscetíveis de realizar muito, na esfera de trabalho em que nos encontramos.
Repara  a  posição  em  que  te  situas  e  atende  aos  imperativos  do  Infinito Bem.  Coloca  a  Vontade  Divina  acima  de  teus  desejos,  e  a  Vontade  Divina  te
aproveitará.


Senhor
Diante da manjedoura em que nos descerras o coração, ensina-nos a abrir os braços para receber-Te. Não nos relegues ao labirinto de nossas ilusões, nem nos abandones ao luxo de nossos problemas. Vimos ao Teu encontro, cansados de nossa própria fatuidade. Sol da Vida, não nos confies às trevas da morte. Fortalece-nos o bom ânimo. Reaviva-nos a fé.

Induze-nos à confiança e à boa vontade. Tu que renunciaste ao Céu em favor da Terra, ajuda-nos a descer, com o Supremo Bem, para sermos mais úteis!… Tu que deixaste a companhia dos anjos sábios e generosos, por amor aos homens ignorantes e infelizes, auxilia-nos a estender com os irmãos mais necessitados que nós mesmos o tesouro de luz que nos trazes!…
Defende-nos contra os vermes da vaidade. Ampara-nos contra as serpes do orgulho. Conduze-nos ao caminho do trabalho e da humildade. E, reconhecidos à frente do Teu Berço de Luminosa Esperança, nós te rogamos, sobretudo, os dons da simplicidade e da paz, para que sejamos contigo fiéis a Deus, hoje e sempre.
 Assim seja!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Pai Sempre.

Com áudio e texto.

Alguém te disse, alma querida e boa, que os espíritos nobres nunca se valem de pessoa claramente imperfeita em tarefas de amor à humanidade.
Por isso mesmo, o escrúpulo te invade, e receando a própria imperfeição, foges do privilégio de servir, em que o Senhor te pede trabalhar, a fim de conquistar o celeste porvir.
Reflitamos, no entanto, entre simples lições da natureza, a semente germina em lauréis de esperança muito a ver sobre a lama ascorosa e indefesa.
A fonte não seria exemplo de bondade em que a vida enxameia, se recusasse deslizar sobre tratos de terra e lâminas de areia.
Olha as flores do charco em bálsamos do campo e caminhos, a rosa não desdenha florescer entre punhais de espinhos.
Pense ainda conosco, nas fraquezas e lágrimas que levas, a luz seria a luz, e o sol seria o sol se fugissem das trevas?
Esquece pessimismo, acusação, censura. Nada te desanime. Ergue-te e vê, conquanto enferma e rude, mesmo assim, se deves, sofre, paga em amor, paz e luz, sem desertar, porém, de servir com Jesus.
Vem cooperar no amor que devemos ao mundo, e entenderás, por fim, que só se vence o mal pelo serviço ao bem e que a benção de Deus jamais nos desampara nem despreza ninguém.

Pelo espírito de Maria Dolores
Psicografado por Francisco Cândido Xavier.