Com assertiva de que Deus criou seres de todas as categorias, para que uns estivesse com Ele na sua glória, para que outros percorressem o mundo por conta dos pecados e outros já marcados para sempre ao destino cruel da maldade, o fogo eterno.
Os anjos do Senhor são os seres que foram criados para servi os propósitos de Deus no mundo espiritual. Como vimos na palestra da Existência do demônio não é real, demos uma síntese de como Deus é soberanamente justo e bom. Deus, não poderia jamais criar seres devotados somente para o bem e outros devotados somente para o mal. Estaria aí com parcialidades e quando pendemos para lado esquecemos o outro. Como justo, como Ele o é, não pode jamais imaginá-lo como injusto, com os defeitos que os homens possuem.
Os anjos do Senhor são os seres que foram criados para servi os propósitos de Deus no mundo espiritual. Como vimos na palestra da Existência do demônio não é real, demos uma síntese de como Deus é soberanamente justo e bom. Deus, não poderia jamais criar seres devotados somente para o bem e outros devotados somente para o mal. Estaria aí com parcialidades e quando pendemos para lado esquecemos o outro. Como justo, como Ele o é, não pode jamais imaginá-lo como injusto, com os defeitos que os homens possuem.
Ao perceber na palestra vimos que o espírito precisa reencarnar para ir se evoluindo, galgar os degraus da depuração e evolução. O Espírito inferior hoje, com o passar dos tempos, encarnado e reencarnando, sai do estado de inferior para o superior.
Também vimos que todos nós maus e bons, somos filhos de Deus e que todos têm a oportunidade de depurar-se.
São muitos os Espíritos de várias ordens, com pouco ou quase nada de conhecimentos.
A preocupação de Kardec de se orientar a respeito da variedade de Espíritos na pergunta 96, referente à que todos são iguais e se não são qual seria a hierarquia? Os Espíritos Superiores lhes responderão que eles são de diferentes ordens segundo o grau de perfeição ao qual chegaram.
Com os caminhos a percorrerem nos mundos físicos, muitos recebem a oportunidade de reencarnar e que após está aqui pelo laço do esquecimento acabam, escolhendo caminhos mais longos e difíceis de percorrerem. Outros, com medo de avançarem ficam parados nas maiorias das vezes pouco avançam, e outros escolhem caminhos curtos e chegam mais cedo ao seu destino.
Assim como Jesus é um Espírito Superior, bom, justo e cheio de amor; assim seremos um dia no futuro um espírito evoluído, que conseguiu através das reencarnações depurarem-se.
O anjo que falou a Zacarias “Gabriel” e depois a Maria, também teve que trilhar os caminhos para subir os degraus da vida. Afinal todos nós sairmos das mãos criadoras de nosso Deus e é para Ele que retornamos. Os espíritos superiores falam para Kardec, que todos os espíritos foram criados do mesmo ponto do estado de simplicidade e de ignorância, quero dizer, sem conhecimentos. Assim é a justiça divina, sair do mesmo ponto de partida e se não chegarmos juntos, é porque não soubemos escolher bem as nossas provas.
Por isso há espíritos encarnados e desencarnados de todas as categorias e de todas as ordens. Kardec com sua visão ampla traz a todos nós os relatos dos Espíritos Superiores, sobre a escala dos Espíritos. Vejamos o que foi colocado na pergunta 100:
Escala Espírita
100. Observações preliminares. — A classificação dos Espíritos está baseada no grau de adiantamento deles, nas qualidades que adquiriram e nas imperfeições de que ainda têm que se despojar. Esta classificação, aliás, nada tem de absoluta; cada categoria, apenas no seu conjunto, apresenta um caráter distinto; porém, de um grau a outro, a transição é insensível e, nos limites, o matiz se apaga como nos reinos da Natureza, como nas cores do arco-íris, ou ainda, como nos diferentes períodos da vida do homem. Portanto, pode ser formulado um maior ou menor número de classes, segundo o ponto de vista sob o qual se considere a coisa. Ocorre, com este, o mesmo que com todos os sistemas de classificações científicas; estes sistemas podem ser mais ou menos completos, mais ou menos racionais, mais ou menos cômodos para a inteligência. Porém, sejam quais forem nada mudam na base da Ciência. Os Espíritos, interrogados sobre esse ponto, podem, portanto, ter divergido, quanto ao número das categorias, sem que isso tenha importância. Armaram-se com esta contradição aparente, sem refletir que eles nenhuma importância dão ao que é puramente convencional; para eles o pensamento é tudo: deixam para nós a forma, a escolha dos termos, as classificações, numa palavra, os sistemas.
Acrescentemos ainda esta consideração, que não se deve jamais perder de vista: é que, entre os Espíritos, assim como entre os homens, há os muito ignorantes e não seria demais acautelar-se contra a tendência a crer que todos devem tudo saber, porque são Espíritos. Qualquer classificação exige método, análise e o conhecimento aprofundado do assunto. Ora, no mundo dos Espíritos, os que possuem conhecimentos limitados são, como neste mundo, os ignorantes, incapazes de apreender um conjunto, de formular um sistema; só imperfeitamente conhecem ou compreendem qualquer classificação; para eles, todos os Espíritos que lhes são superiores pertencem à primeira ordem, pois não podem apreciar os matizes de saber, de capacidade e de moralidade que os distinguem, como entre nós, um homem rude, com relação a homens civilizados. Mesmo aqueles que são capazes disto, podem divergir quanto às particularidades, conforme sejam os seus pontos de vista, principalmente, quando uma divisão nada tem de absoluta.
Linée, Jussieu, Tournefort, tiveram, cada um, o seu método, e a Botânica não mudou por isso; é que eles não inventaram as plantas, nem suas características; observaram as analogias, segundo as quais, formaram os grupos ou classes. Foi desta maneira que procedemos; não inventamos os Espíritos, nem seus caracteres; vimos e observamos, julgamo-los pelas suas palavras e seus atos, depois, os classificamos pelas semelhanças, baseando-nos em dados que eles próprios nos forneceram.
Geralmente, os Espíritos admitem três categorias principais ou três grandes
divisões. Na última, a que fica na base da escala, estão os Espíritos imperfeitos, caracterizados pela predominância da matéria sobre o Espírito e a propensão para o mal. Os da segunda, caracterizam-se pela predominância do Espírito sobre a matéria e pelo desejo do bem: são os bons Espíritos. A primeira, enfim, compreende os puros Espíritos, os que atingiram o grau supremo de perfeição.
Esta divisão parece-nos perfeitamente racional, apresentando características bem distintas; só nos restava ressaltar, através de um número suficiente de subdivisões, os principais matizes do conjunto; foi o que fizemos, com o concurso dos Espíritos, cujas instruções benévolas jamais nos faltaram.
Com o auxílio desse quadro, será fácil determinar a ordem e o grau de superioridade ou de inferioridade dos Espíritos com os quais possamos nos relacionar e, por conseguinte, o grau de confiança e de estima que mereçam; é, de certo modo, a chave da ciência espírita, pois só ele pode explicar anomalias que as comunicações apresentam, esclarecendo-nos sobre as desigualdades intelectuais e morais dos Espíritos. Ressaltaremos, entretanto, que os Espíritos não pertencem, definitivamente, a esta ou àquela classe; o progresso deles apenas gradualmente se efetua e, com freqüência, mais num sentido do que num outro; podem reunir os caracteres de várias categorias, o que é fácil apreciar pela linguagem deles e pelos seus atos.
TERCEIRA ORDEM – ESPÍRITOS IMPERFEITOS | |
Décima Classe | Espíritos Impuros |
Nona Classe | Espíritos Levianos |
Oitava Classe | Espíritos Pseudo-Sábios |
Sétima Classe | Espíritos Neutros |
Sexta Classe | Espíritos Batedores e Perturbadores |
SEGUNDA ORDEM – BONS ESPÍRITOS | |
Quinta Classe | Espíritos Benévolos |
Quarta Classe | Espíritos Sábios |
Terceira Classe | Espíritos de Sabedoria |
Segunda Classe | Espíritos Superiores |
PRIMEIRA ORDEM – ESPÍRITOS PUROS | |
Primeira Classe (única). | Os Espíritos que a compõe percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matéria. Tendo alcançado a soma da perfeição de que é suscetível a criatura, não têm mais que sofrer provas nem expiações. Não estando mais sujeitos. à reencarnação em corpos perecíveis, realizam a vida eterna |
Temos que percorrer as classes da décima até atingirmos a primeira classe, para chegarmos finalmente a classe maior, como mostra a figura acima.
A visão espírita para as leis divinas está mais para esclarecer a humanidade sobre a justiça divina da reencarnação. Ora veja o exemplo de Judas Iscariotes, onde as tradições em algumas regiões malham e queima o Judas traidor. Por ter sido ele o principal agenciador da negociação de Jesus até hoje, a raça humana o condenou para sempre ao suplício eterno. Se todos os anos lembram, de queimá-lo e enforcá-lo é porque ainda não o perdoemos. Jesus o Espírito puro, promove a reabilitação de Judas e o ajuda a depurar-se nas oportunidades das reencarnações. Judas não deixou de sofrer até o dia em que ele novamente reencontra Jesus. Desta vez no plano espiritual, depurado, sem mais temores, ciúmes, ódio ou inveja. Após percorrer os degraus da evolução, se reabilita como Joana D’arck espírito que travou uma grande batalha e após vencer, recebe o abraço do seu irmão, Jesus, que nunca o abandonou.
O amor imensurável de Deus é louvado pelos Espíritos Superiores, ao receber o filho pródigo.
Fiquem na paz de Deus, com muita luz!
Antônio Paulino.
Paulino,
ResponderExcluirSe entendi direiro o texto, eu diria:
- Os anjos não são seres à parte da criação;
- Todos (inclusive os que hoje são anjos), fomos criados simples e ignorantes:
- Qual o trabalho de cada um: Progredir desde a ignorância até à angelitude;
- Quando termina o ciclo? Duvido que haja um, término, pois se houvesse, um dia seríamos os próprios deuses, não?
- Se temos pela frente a eternidade, não haveria fim, pois sempre haveria alguém acima, mais evoluído e, com certeza, toda criação abaixo do Criador. Ou não?
Por fim, sem brincadeira, por que nos preocupamos com o quem são os anjos, de onde vieram ou se já não têm mais o que progredir?
Talvez seja mais importante nos preocuparmos em seguir o que disse Kardec; "Nascer, morrer, renascer, progredindo sempre". Até onde? Nem a Espiritualidade se arrisca a dizer. Tudo fica nas generalidades, pois só podemos falar ou entender daquilo que fazemos ou já fizemos, de onde estamos ou de onde já estivemos, não? Como alguém poderia nos explicar sobre algo que nem de longe podemos imaginar o que seja? Nem Spielberg conseguiria através de seus filmes.
Imagino eu que seja tal como a sensação que se tem ao ter feito uma coisa boa para alguém.
Experimente essa sensação ao dar um brinquedo a uma criança pobre. Uma Barbie a uma menininha que só viu uma através do vidro da loja.
Voce conhece uma máquina chamada "TV de mendigo"? É uma grelha elétrica que fica nas portas das padarias, açougues ou restaurantes, em que o frango fica girando atrás de um vidro? Pois experimente dar um ao faminto que estava admirando um franguinho daqueles. Como voce fica ou se sente ao poder proporcionar "aqueeeeeeele" franguinho ao mendigo?
Esse sentimento é a imagem que formo do mundo angelical. O sentimento que temos ao poder prestar a ajuda a quem precisa ou que jamais pensaria em poder ter acessso a uma coisa daquelas.
O bom da doutrina espírita é o questionamento, o poder e o querer buscar respostas. Há opção para ´resposta a qualquer dúvida. O que não podemos é recusar uma afirmativa sem investigar se o que é dito é possível ou não.
meu querido amigo irmao na pergunta 490 do livro dos espirito kardec o sabio kardec pergunta? que se deve entender por anjo guardiao? a resposta é. o espirito protetor de uma ordem elevada. ja no capitulo 8 do livro ceu e o inferno que fala sobre os anjos diz o seguinte no capitulo 1. todas as religioes tiveram, sob diversos nomes, anjos, quer dizer, seres superiores á humanidade, intermediario entre DEUS e os homens. entao grande amigo como nos estamos em prosseso de evoluçao atraves das encarnacoes um dia podemos ser seres superiores e nao anjo. esse nome quem criou foi os humanos materialista, negando qualquer existencia espiritual fora da vida organica, naturalmente, colocam os anjos entre as ficçoes e as alegorias. a crença nos anjos, faz parte essencial dos dogmas da igreja; asssim ela os define. essa é minha opiniao irmao que DEUS TE INLUMINI VALEU.
ResponderExcluirAdriano
Agradeço a todos vocês que permitiram postar os comentários e dizer que este texto praticamente é a continuação dos outros textos aqui postado:
ResponderExcluirA existênica do Demônio não é Real!
Os Primeiros habitantes da Terra.
Abraços a todos!
Antônio Paulino.