Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espírita, isto é, dos Espíritos.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Não Vim Destruir A Lei. (continuação)

   Que a bênção de Deus desça sobre todos nós,
   Peço aos meus irmãos que dediquem-se uma vez por semana a fazerem o evangelho no lar. Reúnam-se com seus familiares roguem a Deus pelo seu lar e por aqueles que nele habitam. Coloquem um recipiente de água, para que no final da reunião todos possam toma. Agradeçam a Deus a dádiva do seu amor e bênção.

1. “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas, não vim destruí-los, mas dar-lhes cumprimento. Eu vos digo em verdade que o Céu e a Terra não passarão antes que tudo o que está na lei seja cumprido completamente, até o último jota e o último ponto.”
(Mateus, 5:17 e 18).
O CRISTO
3. Jesus não veio destruir a lei, isto é, a lei de Deus; veio cumprila, isto é, desenvolvêla, darlhe o verdadeiro sentido e adaptála ao grau de adiantamento dos homens. Por isso, é que se nos depara, nessa lei, o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, base da sua doutrina. Quanto às leis de Moisés, propriamente ditas, ele, ao contrário, as modificou profundamente, quer na substância, quer na forma. Combatendo constantemente o abuso das práticas exteriores e as falsas interpretações, por mais radical reforma não podia fazêlas passar, do que as reduzindo a esta única prescrição: “Amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo”, e acrescentando: aí estão a lei toda e os profetas.
4. Mas, o papel de Jesus não foi o de um simples legislador moralista, tendo por exclusiva autoridade a sua palavra. Cabialhe dar cumprimento às profecias que lhe anunciaram o advento; a autoridade lhe vinha da natureza excepcional do seu Espírito e da sua missão divina. Ele viera ensinar aos homens que a verdadeira vida não é a que transcorre na Terra e sim a que é vivida no reino dos céus; viera ensinarlhes o caminho que a esse reino conduz, os meios de eles se reconciliarem com Deus e de pressentirem esses meios na marcha das coisas por vir, para a realização dos destinos humanos. Entretanto, não disse tudo, limitandose, respeito a muitos pontos, a lançar o gérmen de verdades que, segundo ele próprio o declarou, ainda não podiam ser compreendidas. Falou de tudo, mas em termos mais ou menos implícitos. Para ser apreendido o sentido oculto de algumas palavras suas, mister se fazia que novas idéias e novos conhecimentos lhes trouxessem a chave indispensável, idéias que, porém, não podiam surgir antes que o espírito humano houvesse alcançado um certo grau de madureza. A Ciência tinha de contribuir poderosamente para a eclosão e o desenvolvimento de tais idéias. Importava, pois, dar à Ciência tempo para progredir.
     Por estas palavras: “O céu e a Terra não passarão sem que tudo esteja cumprido até o último iota”, quis dizer Jesus ser necessário que a lei de Deus tivesse cumprimento integral, isto é, fosse praticada na Terra inteira, em toda a sua pureza, com todas as suas ampliações e conseqüências. Efetivamente, de que serviria haver sido promulgada aquela lei, se ela devesse constituir privilégio de alguns homens, ou, sequer, de um único povo? Sendo filhos de Deus todos os homens, todos, sem distinção nenhuma, são objeto da mesma solicitude.
  

OS PRIMEIROS HABITANTES DA TERRA.

De acordo com os princípios básicos do início de tudo, vemos no texto literário dos escritos antigos, que Deus formou Adão e vos deu como companheira Eva. Tornando-se assim os primeiros habitantes do nosso globo terreno.
E assim até hoje acreditamos de fato, que eles foram o início de tudo. Daquele casal a população hoje da crença neste texto literário. Texto este que muitos acreditam ser com uma história de conto de fadas. E se realmente formos analisar estes escritos, iremos perceber que há alguma razão para a incredulidade. Quando Deus descobriu que Cair teria tirado a vida de Abel, por inveja e ciúmes, o expulsou para outra parte das terras. E com ele, deixou-lhe um sinal para que não fosse ele vingado pelo crime de morte.
Chamo atenção para este pequeno detalhe, por que Deus faria um sinal em Caim, se só havia Adão e Eva, que com certeza como pais não faria tal crime? Como explicar tal fato?
Após a expulsão, Caim chegou a uma terra longínqua e casou. Teve filhos e com o primeiro nascimento do filho edificou uma cidade colocando o nome de Enoc, homenageando-o.
Pergunto: Como Caim poderia casar-se, se não havia dado tempo de ramificar os filhos de Eva por toda terra, e ainda edificar uma cidade inteira se não havia habitantes?
São trechos escritos mal esclarecidos, resumidos demais, para que hoje as pessoas com mais esclarecimentos, que usa da boa razão possam aceitar assim. Com a evolução, o homem mais inteligente começa a se perguntar “o porquê das coisas”.
Hoje temos mais esclarecimentos em comparação aos tempos primórdios. Não aceitamos mais uma coisa por medo, aceitamos, mais por uma questão de lógica e razão. Não vejo mais um Deus guerreiro, ciumento que se ira por conta dos pecadores, um Deus que ama somente a um povo. Jesus ensinou a esse povo a raciocinar e pensar, ele nos deu essa visão de Deus. Que ele é o Pai de todos, que ama todos, que quer a paz e não um Deus da guerra.
Os homens tinham na época de Moisés o quê? Qual seria a cultura dos hebreus? Tinham eles poucos conhecimentos como por exemplos: criação de ovelhas, agricultura, pesca e um pouco de desenvolvimento na leitura. Era um povo que tinha vivido maior parte de suas vidas como escravos. E da escravidão, o que se pode tirar? Coisas grandiosas? A um povo acostumado a escravidão, deixando-se sempre se impor, era necessário que Moisés lhe desse leis rígidas e que para se cumprir com as normas, eles deu como de origem divina. Pelo livre arbítrio decidiu ser melhor assim atribuir a Deus as leis por ele imposto. Essas leis como podem ver, vão desaparecendo por ser ela de origem humana enquanto as de Deus permanece, porque ela é de todos os tempos, não muda.
Hoje nós temos mais cultura, temos mais educação, não vivemos somente da caça, da agricultura, da pesca e da criação de ovelhas. Hoje a filosofia é mais requintada “pensada”, a ciência mais evoluída a tecnologia mais avançada e os povos com a vontade enorme de se educarem. Surge várias religiões e com elas muitos não se deixam mais levar por contos, que na época ajudaram a humanidade avançar, mas que hoje não ajuda em nada no progresso.
Os escritos antigos ajudaram aquele povo hebreu a se educarem, a pensar e a entrar na “linha”. O que não poderia hoje é ficarmos estacionário por conta destas leis, com pensamentos retrógrados sendo auxiliado por leis antiguíssimas.
 E foi a terceira revelação já codificada tendo como base o Espírito de Verdade, que Jesus após ter anunciado que não nos deixaria órfãos, nos enviou para que todos nós marchássemos nas leis progressivas de Deus.
E assim hoje, aprendemos que primeiro para ingerir um alimento é preciso mastigar e se encontramos algo estranho não a ingerimos. Antigamente ingeríamos sem mastigar por conta do autoritarismo.
No Livro dos Espíritos, pergunta 50 Allan Kardec se esclarece com os Espíritos Superiores.
“A espécie humana começou por um só homem?”
R- Não, aquele a quem chamais Adão não foi o primeiro, nem o único que povoou a Terra.
Diante o texto acima escrito da expulsão de Caim, da marca feita para que não fosse morto, do casamento e da cidade edificada por ele, dar a entender que realmente o mundo já na época de Adão era povoado. E só assim entendemos o porquê precisaria tanto se omitir nos fatos escritos antigamente. Era que o homem não estava preparado para receber esses ensinamentos. Se hoje está difícil aceitar a verdade, como eles aceitaria nos tempos da escravidão? Vocês diriam: se fosse ensinado desde o começo dos tempos não se discutiria tais leis! Eu poderia aceitar este argumento se não fosse pela sabedoria de Deus, de ter Ele julgado desnecessário o aprendizado de um alto grau de entendimento a tamanha pequenez da compreensão humana. Vendo que a humanidade ainda estava na fase de infância não poderia jamais entender coisas de adultos.
Veja a pergunta 52 de Kardec aos Espíritos Superiores. “De onde vem as diferenças físicas e morais que distinguem as variedades de raças humanas sobre a Terra?”
R- Do clima, da vida e dos costumes. O mesmo ocorre com dois filhos da mesma mãe que, educados um longe do outro e diferente, não se assemelham em nada quanto a moral.
P. 53- “O homem nasceu sobre diversos pontos do globo?
R- Sim, e em épocas diversas, e isto é uma das causas da diversidade de raças; depois os homens, em se dispersando sob diferentes climas e aliando-se a outras raças, formaram os novos tipos.
P. 53 A– “Essas diferenças constituem, espécie distintas?”
R- Certamente que não, todos são da mesma família, as diferentes variedades de um mesmo fruto que pertençam a mesma espécie?
As diferenças entre as raças foi um dos motivos que levaram o homem questionar, se nascemos de um mesmo ser, como existir tantas diferenças? Outras de nível intelectual mais avançados e outras menos. Se fomos procedente de um mesmo ser, por que tanta diferença?
Quando o homem começou a questionar essas diferenças com os por quês, foi então que Deus julgou necessária a terceira revelação, vinda de sua parte. Deus nos envia o Espírito de Verdade e com ele traz todo conhecimento para a nossa consolação. Essa revelação para nós, ainda são polêmicas mais é a mais racional e quando é racional há como ingerirmos.
Se a humanidade não procedeu de um mesmo homem, não quer dizer que não somos irmãos, muito pelo contrário, aí sim é que somos irmãos porque sabemos que somos filhos de Deus em espírito e que habitamos um corpo físico que é obra das suas mãos. O conceito da humanidade de irmãos por parte de Adão e Eva vem do conceito família, entre pai, mãe e filho. Foi o que o povo buscou mais próximo do seu nível intelectual para entender a paternidade de Deus.
Compreensivo, que o homem tenha a sede de explicar o inexplicável!
Convido a todos a lerem o Liv. Dos Espíritos no capítulo da Criação – Livro Primeiro.
Fiquem na paz de Deus!

Antônio Paulino.
                                                                                                               
                                                                                                   

domingo, 26 de dezembro de 2010

A MELANCOLIA

   Sabeis por que uma certa tristeza se apodera, às vezes, de vossos corações e vos faz achar a vida tão amarga? É o vosso Espírito que anseia pela liberdade e felicidade e, e no corpo, que lhe serve de prisão, esgota-se em esforços inúteis para dele sair. Mas, ao ver que não consegue, cai em desânimo, e o corpo sofre uma influência com o enfraquecimento, o abatimento e uma espécie de indiferença que se apoderam de vós, e julgai-vos infelizes.
   Acreditai em mim, resisti com energia a essas impressões que enfraquecem a vontade. Esses desejos a uma vida melhor são próprios do Espírito de todos os homens, mas não a procureis aqui na Terra. Neste momento, quando Deus vos envia seus Espíritos para vos instruir sobre a felicidade que vos reserva, esperai pacientemente o anjo da libertação que deve vos ajudar a romper os laços que mantêm vosso Espírito cativo. Lembrai-vos de que tendes a cumprir, durante vossa prova na Terra, uma missão, e não duvideis nunca, seja na dedicação à vossa família, seja no cumprimento dos diversos deveres que Deus vos confiou. Se no decorrer dessa prova, ao desempenhar vossa tarefa, virdes os deveres, as preocupações, os desgostos investindo contra vós, sede fortes e corajosos para os suportar. Enfrentai-os corajosamente; são de curta duração e devem vos conduzir para perto dos amigos por quem chorais, que se alegrarão com vossa chegada entre eles e vos estenderão os braços para vos conduzir a um lugar onde os desgostos da terra não existem.

François de Genéve- Bordeaux
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Cap. 5, número 25.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Poema

Desejava, Jesus,
Ter um grande armazém
De bondade constante
Maior do que os maiores que conheço
Para entregar sem preço
As criaturas de qualquer idade
As encomendas de felicidade
Sem perguntar a quem.

Eu desejava ter um braço mágico
Que afagasse os doentes
Sem qualquer distinção
E um lar onde coubesse
Todas as criancinhas
Para que não sentissem solidão.
Desejava, Senhor,
Todo um parque de amor
Com flores que cantassem,
Embalando os pequeninos
Que se encontram no leito
Sem poderem sair,
E uma loja de esperança
Para todas as mães.

Eu queria ter comigo
Uma estrela em cuja luz
Nunca pudesse ver
Os defeitos do próximo
E dispor de uma fonte cristalina
De água suave e doce
Que pudesse apagar
Toda palavra que não fosse
Vida e felicidade.

Eu queria plantar
Um jardim de união
Junto de cada moradia
Para que as criaturas se inspirassem
No perfume da paz e da alegria.
Eu queria, Jesus,
Ter os teus olhos
Retratados nos meus
A fim de achar nos outros,
Nos outros que me cercam,
Filhos de Deus
E meus irmãos que devo compreender e respeitar.

Desejava, Senhor, que a bênção do Natal
Estivesse entre nós, dia por dia,
E queria ter sido
Uma gota de orvalho
Na noite em que nasceste
A refletir,
Na pequenez de minha condição,
A luz que vinha da canção Entoada nos Céus:
- “Glória a Deus nas Alturas,
Paz na Terra, Boa Vontade em tudo,
Agora e para sempre!...

Meimei,
Mensagem recebida do médium Chico Xavier.

Feliz Natal

Quero agradecer neste natal, a Jailton que contribuiu com o natal das nossas crianças. O setor escolhido foi Sítio Ilha e Sítio Espinho.








Não foi possível bater mais as fotos...chuveu!
 


Meu amigo. Não te esqueças.
Pelo Natal do Senhor,
Abre as portas da bondade
Ao chamamento do Amor.
Reparte os bens que puderes
Às luzes da devoção.
Veste os nus. Consola os tristes,
Na festa do coração.
Mas, não te esqueças de ti,
No banquete de Jesus:
Segue-lhe o exemplo divino
De paz, de verdade e luz.
Toma um novo compromisso
Na alegria do Natal,
Pois o esforço de si mesmo
É a senda de cada qual.
Sofres? Espera e confia.
Não te furtes de lembrar
Que somente a dor do mundo
Nos pode regenerar.
Foste traído? Perdoa.
Esquece o mal pelo bem.
Deus é a Suprema Justiça.
Não deves julgar ninguém.
Esperas bens neste mundo?
Acalma o teu coração.
Às vezes, ao fim da estrada,
Há fel e desilusão.
Não tiveste recompensas?
Guarda este ensino de cor:
Ter dons de fazer o bem
É a recompensa melhor.
Queres esmolas do Céu?
Não te fartes de saber teus,
Que o Senhor guarda o quinhão
Que venhas a merecer.
Desesperaste? Recorda,
Nas sombras dos dias teus,
Que não puseste a esperança
Nas luzes do amor de Deus.
Natal!... Lembrança divina
Sobre o terreno escarcéu...
Conchega-te aos pobrezinhos
Que são eleitos do Céu.
- Mas, ouve, irmão! Vai mais longe
Na exaltação do Senhor:
Vê se já tens a humildade,
A seiva eterna do amor.

Feliz Natal !!!
Autor: Médium: Chico Xavier
Espírito: Casimiro Cunha
Data: 01/12/2000
Fonte: O Mensageiro 



quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Vibrações para os Lares e enfermos

Durante esta semana estaremos vibrando para os lares dos irmãos:
Chaguinha - Limoeiro do Norte-Ce
Gracinha- Limoeiro do Norte-Ce
Antônia Altair- Limoeiro do Norte-Ce
Beto - Russas-Ce

E durante meses iremos vibrar para os nossos irmãos enfermos:
Adeilmo Paulino
Maria Luci
Maria Zenilda
Que o nosso mestre esteja presente em nossas vibrações e possa amparar a todos com amor.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

NÃO VIM DESTRUIR A LEI

,
 1- Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei
ou os profetas; eu não vim destruí-los, mas cumpri-los.
Porquanto eu vos digo em verdade que o céu e a Terra
não passarão sem que se cumpra perfeitamente tudo o
que está na lei, até o último iota, (40) o último ponto.. (Mateus
V:17 e 18.
Moisés
   2. Há duas partes distintas na lei mosaica: a lei de
Deus, promulgada sobre o monte Sinai, e a lei civil ou disciplinar
estabelecida por Moisés. Uma é invariável; a outra,
apropriada aos costumes e ao caráter do povo, modifica-se
com o passar do tempo.
   A lei de Deus está formulada nos dez mandamentos
seguintes:
1. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito,
da casa da servidão. Não tereis outros deuses estrangeiros
diante de mim. Não fareis imagem esculpida, nem figura
alguma de tudo o que está em cima, no Céu, e embaixo sobre
a Terra, nem de tudo o que está nas águas sob a terra.
Vós não os adorareis, nem lhes prestareis cultos soberanos.
2. Não tomareis em vão o nome do Senhor, vosso
Deus.
3. Lembrai-vos de santificar o dia de sábado.
4. Honrai vosso pai e vossa mãe, a fim de viverdes
longo tempo sobre a terra que o Senhor, vosso Deus, vos dará.
5. Não matareis.
6. Não cometereis adultério.
7. Não roubareis.
8. Não dareis falso testemunho contra vosso pró-
ximo.
9. Não desejareis a mulher do vosso próximo.
10. Não cobiçareis a casa do vosso próximo, nem
seu servo, nem sua serva, nem seu boi, seu asno, ou qualquer
outra coisa que lhe pertença.

   Essa lei é de todos os tempos e de todos os países e,
por isso mesmo, tem um caráter divino. Todas as outras são
leis estabelecidas por Moisés, obrigado a conter, pelo temor,
um povo naturalmente turbulento e indisciplinado, no
qual tinha que combater os abusos e os preconceitos enraizados,
adquiridos durante a escravidão no Egito. Para dar
autoridade às suas leis ele teve que lhes atribuir uma origem
divina, assim como o fizeram todos os legisladores dos povos
primitivos.
   A autoridade do homem devia apoiar-se sobre a autoridade
de Deus, mas somente a idéia de um Deus terrível
podia impressionar criaturas ignorantes, nas quais o senso
moral e o sentimento de uma justiça imparcial estavam ainda
pouco desenvolvidos.
   É evidente que aquele que havia incluído em seus
mandamentos: .não matareis; não fareis mal ao vosso pró-
ximo., não poderia se contradizer fazendo do extermínio
um dever. Portanto, as leis mosaicas, propriamente ditas, tinham
um caráter essencialmente transitório.

Eis aí meus amigos para o evangelho desta semana.
Reuna-se em casa com toda a família,
Coloque no recipiente água para a fluídificação.
Faça a oração no começo e no final do evangelho,
Que Deus os Abençõe.

A Existência do demônio não é real.

Porque não é real a existência do demônio?
Veja uma pergunta no Livro dos Espíritos em que foi dado como resposta  pelos Espíritos Superiores ao codificador da doutrina Espírita Allan Kardec.
Pergunta 118 – Podem os Espíritos degenera?
R- Não, a medida que avançam compreendem o que os distancia da perfeição Quando o Espírito finda uma prova fica com o conhecimento que não esquece mais. Pode permanecer estacionário, mais não retrógada.
Se olharmos para o início da criação nos escritos antigos, na parte da expulsão de Adão e Eva, iremos conhecer como um anjo foi deposto e enganou Eva. O anjo movido de movido de inveja e de ciúmes revoltou contra Deus que percebeu suas más intenções e o expulsou da sua glória divina.
O Anjo deposto começou a executar planos diabólicos para assim confrontá-lo. Sua primeira vítima no plano terreno teria sido Eva, companheira de Adão, induzindo-a a comer do fruto do meio do Paraíso em que tinha sido avisado, pelo o Senhor, que não os comesse.
Ao serem descoberto na sua desobidiência, Adão e Erva foram expulso do Paraíso e a parti daquele momento o reino de Deus estaria divido entre o bem e mal. Analisando o texto escrito dar para crer que Deus teria compactuado com está divisão. Em que o anjo decaído (demônio), ficaria com os pecadores para todo o sempre e que os justos ficaria com Deus na sua glória eternamente.
Em razão da pergunta 118 do L.Esp. percebemos que resposta dada a Kardec nos esclarece de maneira mais racional. E lemos nos textos escritos para humanidade a décadas que há uma diferença muito grande a respeito da justiça e da bondade divina. Os Espíritos superiores nos diz que um Espírito que se depurou passando por todas as vissitudes da vida, não poderá jamais regredir, por que se tornou um Espírito superior, quero dizer, Anjo. Por isso entendo que o demônio só foi expulso por não pertencer a categoria dos Anjos Depurados.
E foi lá no L.Esp. que encontramos a resposta sobre a bondade divina e que nos faz compreender melhor a Deus:
Pergunta 13 – Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imaterial, único, todo poderoso, soberanamente justo e bom, não temos uma idéia completa dos seus atributos?
R- Do vosso ponto de vista sim, porque credes tudo abraçar. Mas sabei bem há coisas acima da inteligência do homem mais inteligente, e para as quais vossas linguagens limitadas as vossas idéias e as vossas sensações, não tem expressão adequada. A razão vos diz, com efeito, que Deus deve ter suas perfeições no supremo grau, porque se o tivesse uma só de menos ou não fosse de um grau infinito, ele não seria superior a tudo, e, por conseguinte não seria Deus. Por está acima de todas as coisas, Deus não deve suportar nenhuma vissitude e não ter nenhuma imperfeição que a imaginação pode conceder.
Se Deus é realmente soberanamente justo e bom, como justo ele não poderia com compactuar com ninguém dividindo seu reino. E como ele é soberanamente bom não poderia repartir seus filhos ficando com os justos e entregando-os de vez os pecadores ao demônio.
Porque tudo foi Deus que criou, portanto somos filhos de Deus. Quem é o pai que o filho pedindo um pedaço de pão lhe dê uma serpente? Se aqui na terra temos pai que acompanha seus filhos amparando-os sempre nos caminhos tortuosos por que com Deus, que é o Pai dos pais, seria cruel, impiedoso para com os seus filhos? Se tem pais de coração bom por que Deus teria o seu endurecido? Se há pai nesta condição de bondade na Terra e que Deus com seu grau supremo em bondade estaria bem abaixo dos pais terrenos? O Pai dos pais não poderia ter um grau de perfeição abaixo do homem que o tornaria inferior. Se não, ele não seria Deus. Porém a resposta dada pelos Espíritos superiores coloca Deus bem acima da humanidade. Um sem imperfeições que dar aos seus filhos a oportunidade de se regenerar, depurando-se expurgando todo o mal. Adquirindo conhecimento nas sucessivas vidas terra. Porque sabemos que uma só vida na terra não seria o suficiente para subimos ao Pai. É com este amor grandioso que tem o nosso Pai, que nos dar prova de sua bondade e de sua justiça, por ter em suas leis, leis atuantes assim como a reencarnação. A reencarnação seria para todos os seus filhos, que precisam depurar-se, seria de uma justiça divina e de uma bondade suprema. Aqueles que já expurgaram que chegaram ao fim não haveria mais a necessidade de retornar ao plano terreno, por não haver mais nele o que expurgar. Assim se lê na pergunta 13 do L.Esp. “... Quando o Espírito finda uma prova fica com o conhecimento que não esquece mais...” Se retornar ao plano será em missão como muitos Espíritos que ajudaram a humanidade nos seus conhecimentos.
Na pergunta 13, todos os seus filhos, até o demônio, se depuram pouco a pouco. Se queremos permanecer estacionário, sabemos que é para sempre, por que as leis de Deus nos faz caminhar para ele. Todos nós chegaremos à casa do nosso Pai Celestial depurados sem imperfeições. Mas lembre-se que a perfeição divina não se pode alcançar por ser ele soberanamente justo e bom. Se chegasse-mos a ser perfeitos como ele o é, Ele não seria portando mais Deus. Porque Deus é único e jamais chegaremos atingir o fraco de perfeição do nosso Pai. Chegaremos na condição de Espíritos puros, que através das vidas sucessivas, vamos livrando de todos os males que atrasam a humanidade. Libertos destes pesos e das nossas imperfeições, só nos resta voltar a vida terrena, reencarnar, em missões.
Nós Espíritos encarnados e desencarnados, como filho de Deus, temos a oportunidade do resgate, das provas para evoluirmos, assim como o anjo do mal também o tem na mesma proporção, por ser também filho de Deus. E só assim então percebemos que Deus é justo.
Como nenhum Espírito que evolui não retrógada, assim se dá com o Anjo deposto. Se ele foi expulso é porque não havia nele a perfeição. E que o fez “cair” foi o seu ciúmes, inveja. Por isso, Deus nos deu oportunidades de progredir através da reencarnação. Há uma mensagem muito conhecida de Jesus “que nenhuma de suas ovelhas se perderia”, assim todos os seus filhos um dia repousaria sua cabeça no ombro do Pai. Perante esta lei da reencarnação do progresso de que até o demônio caminha para Deus, percebemos que não há divisão no reino de Deus entre o bem e o mal. Que a existência do mal é somente pela falta do bem. A medida que iremos adquiridos conhecimentos, iremos nos tornando um homem de bem, iremos expurgando do nosso coração o mal. As ilusões terenas as vezes nos arrasta para o mais fundo dos buracos. Muitos provam deixando-se levar pelas ilusões, porém, outros poucos provam destas ilusões chegando mais rápidos no topo do degrau.
Não vejo nestas leis, a do progresso e da reencarnação, reino dividido e nem seres criados perpetuamente para o mal e nem seres  privilegiados da criação. É assim que vejo a justiça divina.

Antônio Paulino.

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Advento do Espírito de Verdade.

    Eu venho, como outrora entre os filhos desgarrados de
Israel, trazer a verdade e dissipar as trevas.
    Escutem-me!
    O Espiritismo, como outrora a minha palavra, deve relembrar
aos incrédulos que, acima deles, reina a imutável verdade: o Deus
bom, o Deus grande, que faz germinar a planta e se levantarem as
ondas dos mares.
    Eu revelei a Doutrina Divina. Como ceifeiro, reuni em feixes
o bem esparso na Humanidade e disse: “Vinde a mim, vós todos
que sofreis!”.
    Os homens ingratos, porém, se extraviaram do caminho reto e
largo que conduz ao reino do meu Pai, perdendo-se pelas ásperas sendas
da impiedade. Meu Pai não quer aniquilar a raça humana. Ele quer que
vocês, em se ajudando uns aos outros, mortos e vivos, ou seja, mortos
segundo a carne uma vez que a morte não existe, sejam amparados.
Não ouvirão novamente as vozes dos profetas e dos apóstolos, mas a
voz daqueles que se foram, a clamar: “Orem e creiam! A morte é a
ressurreição, e a vida é a prova escolhida, durante a qual as virtudes que
vocês cultivarem devem crescer e se desenvolver como o cedro”.
Homens fracos, que reconhecem existir sombras em suas
inteligências, não afastem a luz que a clemência divina lhes acende
nas mãos, para clarear a sua rota e os reconduzir, quais filhos perdidos,
ao regaço de seu Pai.
    Sinto-me tocado de compaixão pelas suas misérias, pela sua
imensa fraqueza, para deixar de estender-lhes a mão em socorro aos
infelizes extraviados que, vendo o céu, caem nos abismos do erro.
Creiam, amem, meditem sobre as coisas que lhes são reveladas.
    Não misturem o joio com a boa semente, as fantasias com as
verdades.
    Espíritas! Amem-se, eis o primeiro ensinamento; instruamse,
eis o segundo. Todas as verdades se encontram no cristianismo;
os erros que no cristianismo se enraizaram são de origem humana.
    Eis que do além-túmulo, que vocês acreditavam vazio, vozes
clamam: “Irmãos! Nada perece! Jesus Cristo é o vencedor do mal, sejam
vocês os vencedores da impiedade!”.
(O Espírito de Verdade, Paris, 1860.)
  O Evangelho Segundo o Espiritismo
  Cap. 06, item 5.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Espiritismo

Espiritismo

Sérgio Biagi Gregório

SUMÁRIO1. INTRODUÇÃO

O objetivo destes escritos é fazer uma apresentação sumária do Espiritismo. Partiremos dos fenômenos de Hydesville, apresentaremos o codificador Allan Kardec, relataremos as suas obras básicas e citaremos de uma forma global, as complementares.
2. CONCEITUANDO OS TERMOSEspiritismo
Doutrina
Princípios
Princípios Espíritas
Espírita
Allan Kardec
3. HISTÓRICO
O Fenômeno de Hydesville, ocorrido em 31 de março de 1848, em que duas crianças conversaram, através de pancadas, com um Espírito já desencarnado, deu início ao estudo dos fatos mediúnicos. Após este episódio, o fenômeno das mesas girantes, que assolou os Estados Unidos e a Europa, serviu de brincadeiras de salão, quando as mesas dançavam, escreviam batiam o pé e até falavam. É dentro desse contexto que surge a Doutrina Espírita.
Das brincadeiras de salão, surge Hipollyte Léon Denizard Rivail — Allan Kardec—, um estudioso do magnetismo e do método teórico experimental em ciência. Havendo uma disseminação muito grande dos fenômenos das mesas girantes, Kardec, ainda Hipollyte, foi convidado para assistir a uma dessas sessões, pois o seu amigo Fortier, magnetizador, dissera que além da mesa mover-se ela também falava. É aí que entra o gênio inquiridor do pesquisador teórico experimental. Assim, retruca: só se ela tiver cérebro para pensar e nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. A partir daí, começa a freqüentar essas sessões, culminando, mais tarde, com a publicação de O Livro dos Espíritos, em 18/04/1857.
4. PROCEDIMENTO DE KARDECNo livro Obras Póstumas, Allan Kardec escreve: "Até ali, as sessões em casa do Sr. Baudin nenhum fim determinado tinham tido. Tentei lá obter a resolução dos problemas que me interessavam, do ponto de vista da Filosofia, da Psicologia, e da natureza do mundo invisível. Levava para cada sessão uma série de questões preparadas e metodicamente dispostas. Eram sempre respondidas com precisão, profundeza e lógica. A partir de então, as sessões assumiram caráter muito diverso. Entre os assistentes contavam-se pessoas sérias, que tomaram por elas vivo interesse e, se me acontecia faltar, ficavam sem saberem o que fazer. As perguntas fúteis haviam perdido, para a maioria, todo atrativo. Eu, a princípio, cuidara apenas de instruir-me; mais tarde, quando vi que aquilo constituía um todo e ganhava as proporções de uma doutrina, tive a idéia de publicar os ensinos recebidos, para a instrução de toda a gente. Foram aquelas mesmas questões que, sucessivamente desenvolvidas e completadas, constituíram a base de O Livro dos Espíritos ... Estava concluído, em grande parte, o meu trabalho e tinha proporções de um livro. Eu, porém, fazia questão de submetê-lo ao exame de outros Espíritos, com o auxílio de diferentes médiuns ... Foi assim que mais de dez médiuns prestaram concurso a esse trabalho. Da comparação e da fusão de todas as respostas, coordenadas, classificadas e muitas vezes remodeladas no silêncio da meditação, foi que elaborei a primeira edição de O Livro dos Espíritos, entregue à publicidade em 18 de abril de 1857." (1975, p. 269-270)
5. CORPO DOUTRINÁRIO
A Doutrina Espírita deve ser conhecida através do estudo das Obras Básicas e das Complementares. As Obras Básicas, também, cognominadas de Pentauteco Espírita, compõem-se dos seguintes livros : O Livro dos Espíritos (1857), O Livro dos Médiuns - ou Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores (1861), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno - ou Justiça Divina Segundo o Espiritismo (1865) e A Gênese - os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo (1868). As Obras Complementares, que dão extensão às Obras Básicas, são de cunho mediúnico e não mediúnico. Entre as não mediúnicas, citam-se os escritos de Gabriel Delanne, Leon Denis, Camile Flammarion, J. Herculano Pires, Edgar Armond e outros. Entre as obras mediúnicas, estão os livros psicografados por Francisco Cândido Xavier, Divaldo Pereira Franco e outros.


Livro dos Espíritos
Livro dos Médiuns
Evangelho Segundo o Espiritismo
Céu e Inferno
A Gênese
5.2. OBRAS COMPLEMENTARES
Dado o extenso volume delas, anotaremos apenas duas:
Obras Póstumas
Revista Espírita
a) relato de manifestações físicas e inteligentes de Espíritos, tais como aparições, ruídos, batidas, materializações, evocações etc.
b) o ensino dos Espíritos sobre as coisas do mundo visível e invisível, sobre as ciências, a moral, a imortalidade da alma, a natureza do homem e seu futuro etc.
c) a história do Espiritismo, suas relações com outras ciências, com o magnetismo, com o sonambulismo etc.
6. ESTUDO METÓDICO DO ESPIRITISMO
A literatura espírita, sendo vasta e diversificada, acarreta dificuldade na escolha de bons livros para pesquisa. Do ponto de vista doutrinário, as Obras Básicas e as dos autores encarnados têm preferência. Os romances mediúnicos são classificados num segundo plano de importância. As mensagens estariam em terceiro lugar. Essa escala de valores não deve ser rígida, visto cada Espírito estar num nível de evolução espiritual distinto, requerendo, portanto, alimentos espirituais diferenciados.
O contato inicial com a Doutrina dos Espíritos pode ser feito aleatoriamente, ou seja, via dor, via leitura de um romance, ou mesmo por intermédio de uma mensagem que nos caia nas mãos. O despertamento para a realidade espiritual pode vir de mil formas. Importa, uma vez inteirado de que o Espiritismo é uma vivência válida para nossa vida, estudá-lo de forma racional, ou seja, começando pelo O Livro dos Espíritos.
7. CONCLUSÕES
José H. Pires diz-nos que "O Espiritismo é uma doutrina que existe nos livros e precisa ser estudada". Assim, não é conveniente que corramos atrás dos fenômenos mediúnicos, mas, sim, que debrucemos o nosso pensamento sobre os livros da codificação, no sentido de ir lentamente sedimentando os ensinamentos que Allan Kardec construiu através da pesquisa científica dos fenômenos espirituais.
8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
AMORIM, D. O Espiritismo e as Doutrinas Espiritualistas. 4. ed., Rio de Janeiro, Léon Denis, 1989.
AUTORES DIVERSOS. 2.º Ano do Curso Básico de Espiritismo. São Paulo, FEESP, 1991.
BARBOSA, P. F. Espiritismo Básico. 3. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1987.
KARDEC, A. Obras Póstumas. 15. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1975.


Obrigado a Sergio Biagi pela palestra, o espiritismo bem divulgado é fonte sublime que emana de nosso Mestre Jesus.
Antônio Paulino.

5.1. OBRAS BÁSICAS

Participem!

Estaremos realizando todas as segundas feiras "vibrações" para os lares, as pessoas que necessitam de oração, aos angustiados, aos aflitos e até aqueles que buscam paz, harmonia e equilibrio.
Venham participar peçam orações e vibraremos por vocês.
Baixem a ficha de pedidos e nós vibraremos com muito amor em Jesus Cristo.
http://www.4shared.com/file/g0IrMmgd/Ficha_de_Vibraes.html

Que nós a responderemos.

Antônio Paulino.

Primeiro Evangelho

Iremos todas as quartas feira realizar o evangelho no lar.
Este marcador contém instruções para estudar no lar o Evangelho segundo o espiritismo. Este estudo pode ser feito por todos os membros da família. Estudar o evangalho é uma atividade muito agradável que fornece um grande aprendizado para todos os membros da família tanto crianças como adultos.

"Dedica uma das sete noites da semana ao Culto do Evangelho no lar, a fim de que Jesus possa pernoitar em tua casa.
Prepara o coração, abre o Evangelho, distende a Mensagem da Fé, enlaça a família e ora... Jesus virá em Visita!
Quando o lar se converte em Santuário, o crime se recolhe ao museu. Quando os corações se unem nos liames da Fé, o Equilíbrio oferta Bênçãos de Consolo, Saúde e Paz.
Jesus no Lar... e vida para a família!
Não aguardes que o mundo te leve à certeza do inevitável. Distende, de tua Casa Cristã, a luz do Evangelho, para o mundo atormentado!
Quando uma família ora em casa, reunida, toda a rua recebe o benefício da Comunhão com o Alto. Se alguém, num edifício de apartamentos, alça aos Céus a Prece da Comunhão Fraterna em família, todo o edifício se beneficia.
Não te afastes da linha direcional do Evangelho entre os teus familiares. Continua orando fiel, com aqueles que amas, nas diretrizes do Mestre e, quando possível, debate os problemas que te afligem à luz Clara da Mensagem da Boa Nova. Examina as dificuldades que te perturbam, ante a Inspiração Consoladora do Cristo.
Demora-te no lar para que o Divino Hóspede também possa aí se demorar. E, quando as luzes se apagarem, à hora do repouso, ora mais uma vez, comungando com Ele, a fim de que em casa, mais uma vez, possas ter Jesus Contigo!"
(Pelo espírito de Joanna de Angelis).
Fiquem na paz do Cristo!
http://www.4shared.com/audio/VQDtlNNT/o_evangelho_no_lar.htm
Jesus Contigo